domingo, 18 de julho de 2010

Talvez

O tempo dominantemente institucionalizado
Contrapondo o surreal dos sonhos desejados
Uma análise através de mistérios
Sobre uma essência invisível e seus critérios.

Almejo pará-lo, dominá-lo, domá-lo conforme o necessário.
E vencer aquela conversa de botas batidas
Sob influências de um prisma captando o reflexo do pensamento,
Abstraindo percepções entre o conhecimento e a própria vida.

Aguardando o momento certo ao abordá-lo
Tentemo-nos render ao não usado.
Controlar o momento, eventualmente parando de senti-lo.
Mil verdades infinitas transcorrem de apenas um olhar.

Irradiando a um grau limítrofe
Clamando ao não poder abstê-los
Gritos sinestésicos sem som para distinguí-los.
Ecoando ao tempo, o tempo temendo viver.

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