quinta-feira, 20 de maio de 2010

Ser

Um elo criado de sonhos

Constituído de sede de ser

Originado de risos e palavras

De recordações prismáticas sobre o que não podemos ver.



Perco-me em devaneios artísticos

Tenho deja-vus que ninguém crê

Encontro-me em abraços inexistentes

Demonstro amor hemorrágico impossível de se ter.



Um mero fantasma social

De instruções poucas,

Achando motivações que idealizam o verdadeiro eu

Construído de versos, razões e lirismos.



Idealismos próprios

Verdades hesitam o que preciso ter

Não diria apenas ansiedade

Renovando os sentidos congruentes de viver

Um mundo preto-e-branco com algumas visões persuasivas

Um colorido que preenche o meu ser.