quinta-feira, 20 de maio de 2010

Ser

Um elo criado de sonhos

Constituído de sede de ser

Originado de risos e palavras

De recordações prismáticas sobre o que não podemos ver.



Perco-me em devaneios artísticos

Tenho deja-vus que ninguém crê

Encontro-me em abraços inexistentes

Demonstro amor hemorrágico impossível de se ter.



Um mero fantasma social

De instruções poucas,

Achando motivações que idealizam o verdadeiro eu

Construído de versos, razões e lirismos.



Idealismos próprios

Verdades hesitam o que preciso ter

Não diria apenas ansiedade

Renovando os sentidos congruentes de viver

Um mundo preto-e-branco com algumas visões persuasivas

Um colorido que preenche o meu ser.

3 comentários:

  1. Interessante o que tu descreve neste poema, acredita que as vezes me sinto assim?
    Como se minha vida fosse uma peça teatral e que em todos os momentos estou criando os atos, então me perco e reescrevo as cenas, o estranho é que parece que em meio a toda imensidão do mundo não encontro um só ser que consiga entender este meu mundo, como se todos fossem tão normais que acabam por serem excêntricos e eu com meu mundo é que acabo por ser normal...
    Nossa, viajei agora hahaha

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  2. ser é estar, fazer, acontecer, vivenciar... e nada disso.
    vc faz tudo!
    ;)

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  3. surreal hen mocinho...boooommm....palavras que desenham cenas...:) Vou ler mais !

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