Um elo criado de sonhos
Constituído de sede de ser
Originado de risos e palavras
De recordações prismáticas sobre o que não podemos ver.
Perco-me em devaneios artísticos
Tenho deja-vus que ninguém crê
Encontro-me em abraços inexistentes
Demonstro amor hemorrágico impossível de se ter.
Um mero fantasma social
De instruções poucas,
Achando motivações que idealizam o verdadeiro eu
Construído de versos, razões e lirismos.
Idealismos próprios
Verdades hesitam o que preciso ter
Não diria apenas ansiedade
Renovando os sentidos congruentes de viver
Um mundo preto-e-branco com algumas visões persuasivas
Um colorido que preenche o meu ser.
Constituído de sede de ser
Originado de risos e palavras
De recordações prismáticas sobre o que não podemos ver.
Perco-me em devaneios artísticos
Tenho deja-vus que ninguém crê
Encontro-me em abraços inexistentes
Demonstro amor hemorrágico impossível de se ter.
Um mero fantasma social
De instruções poucas,
Achando motivações que idealizam o verdadeiro eu
Construído de versos, razões e lirismos.
Idealismos próprios
Verdades hesitam o que preciso ter
Não diria apenas ansiedade
Renovando os sentidos congruentes de viver
Um mundo preto-e-branco com algumas visões persuasivas
Um colorido que preenche o meu ser.
Interessante o que tu descreve neste poema, acredita que as vezes me sinto assim?
ResponderExcluirComo se minha vida fosse uma peça teatral e que em todos os momentos estou criando os atos, então me perco e reescrevo as cenas, o estranho é que parece que em meio a toda imensidão do mundo não encontro um só ser que consiga entender este meu mundo, como se todos fossem tão normais que acabam por serem excêntricos e eu com meu mundo é que acabo por ser normal...
Nossa, viajei agora hahaha
ser é estar, fazer, acontecer, vivenciar... e nada disso.
ResponderExcluirvc faz tudo!
;)
surreal hen mocinho...boooommm....palavras que desenham cenas...:) Vou ler mais !
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