quinta-feira, 20 de maio de 2010

Em branco

Empreenda um universo perplexo

Sons ecoam o ócio,

Irreversível, sinestésico.

Proclamam sentimentos exarcebados

Com funcionalidade de analgésico.

Palpando palavras polissilábicas

Exalando cheiro único

Textura completamente risível

Contrapondo uma platéia.

Milhões de verdades sobre um mesmo tema

Compreendendo todo o real

Flertando com o mítico

Sistematizando o infinito.

Composições lendárias perdidas

Outras, talvez, meramente esquecidas

Sincronizando êxitos ao surreal

Fantasioso, fatalmente interpretativo.

Conceitualização rasgada, em branco

Pesquisas históricas, em vão

Compreendido por poucos, quase por ninguém

Todos os seres podem ser entendidos como livros em branco

Sempre esperando por alguma palavra..

2 comentários:

  1. ah que lindo!
    que bom que vc fez um!!
    to orgulhosa de vc!
    ^^
    e a poesia... vc tá confuso?
    muita informação?
    isso soa meio dejavu pra mim!
    haha.
    beijinhos, escreva sempre.
    conte comigo!
    :)

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  2. Bom, sempre tenho muita informação em mim, Mari!
    Tu também, sempre conte comigo, sempre que precisar! ^^

    E eu tava pensando em estereótipos quando escrevi isso, só que viajei muito. (Como sempre).
    Acredita que ela é muito dejá-vu pra mim também?

    Beijos e leia sempre, continuarei a escrever sempre ^^

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